Consumo excessivo de álcool afeta função sexual

A maioria dos cientistas argumenta que o álcool bebido com moderação, em pequenas doses, não deve afetar o desempenho sexual de um homem. Isto significa que um copo de vinho ou uma cerveja, mesmo bebido pouco antes da relação sexual, não deve ser um fardo para o corpo.

O problema começa com as pessoas que abusam do álcool, ou seja, bebem-no regularmente e em grandes quantidades. Esse fenômeno é cada vez mais comum em jovens para os quais o álcool se torna sinônimo de brincadeiras bem-sucedidas, e a abstinência é frequentemente associada a alguma forma de discriminação e mal-entendidos pelos pares. Além disso, as estatísticas mostram que o álcool é cada vez mais usado por pessoas mais jovens, muitas vezes ilegalmente. De acordo com pesquisadores da Universidade de Washington, o excesso de álcool pode afetar tanto o cérebro quanto o pênis. Em um estudo conduzido por cientistas locais, descobriu-se que homens sóbrios conseguiam com mais facilidade e rapidez ereções do que os homens que recebiam álcool.

Especialistas explicam que o álcool pode afetar negativamente o fluxo sanguíneo, reduzir o nível de excitação e a sensação. Em alguns casos, os homens estudados não conseguiram uma ereção após tomar uma certa quantidade de álcool.

Fumar cigarros

O vício do tabaco é uma das causas mais comuns de problemas de ereção em homens jovens. Estima-se que o tabagismo regular aumente o risco de impotência em até 50%. Algumas estimativas sugerem que somente na Polônia, cerca de 115.000 homens na faixa etária de 30 a 49 anos sofrem de impotência, cuja causa direta é esse vício.

Isso ocorre porque a nicotina contida nos cigarros limita o suprimento de sangue arterial e causa espasmos violentos dos vasos sangüíneos no pênis. Essa situação dificulta ou, em algumas situações, impede o surgimento de processos responsáveis ​​pela ereção eficiente.

Conforme estimado pela Administração de Saúde Mental e Drogas de Vícios dos EUA, cerca de 2.500 crianças fumam seu primeiro cigarro todos os dias. Pessoas que caem no vício já na idade de crianças e adolescentes, estão muito mais expostas aos efeitos nocivos da nicotina, que na vida adulta estão em risco de impotência muito mais cedo do que no caso dos não-fumantes. Além disso, as pessoas que passam pela dependência da nicotina já na adolescência são, segundo os especialistas, três vezes mais propensas a serem dependentes do álcool.